A
última vez que escrevi neste humilde blog foi na chegada de Jesus, o Jorge. O
Flamengo havia se preparado para alçar grandes voos, mas faltava aquele detalhe
místico, divino, sobrenatural. E os deuses do futebol se entenderam. O segundo semestre
de 2019 foi mágico. Finalmente aquele ano mágico esperado. O Flamengo não só conquistou
o campeonato brasileiro como aquele título entalado na garganta há 38 anos: a
libertadores! Foi emocionante, fascinante, mágico! Que virada! Novos heróis
rubro-negros sendo forjados. DNA atualizado!
A
expectativa mudou. O sonho mudou. Voamos alto, para Doha, capital do Catar. Nos
encontramos novamente com os ingleses de Liverpool. Em um jogo difícil, onde o
Flamengo usou todas as suas forças, um contra ataque na prorrogação impediu o
bi mundial.
Depois
de Jesus, tudo mudou. Ele nos deixou e não retornou ainda, mas deixou a lição. O
Flamengo, fincado na pedra do protagonismo, ganhou o brasileiro de 2020, a Copa
do Brasil e o Tri da Libertadores de 2022. Time cada vez
mais forte. Torcida cada vez mais exigente. 2023 trouxe duros golpes para nos
alertar acerca da incompetência.
O
Flamengo é uma potência do futebol sul americano. É um dos maiores clubes do mundo. Não podemos sucumbir com a falta de planejamento, com a falta de profissionalismo. Que
retorne aos trilhos dos títulos. Jamais se esqueçam, a ordem é vencer, vencer, vencer, caso contrário, vira um aí, Jesus!
SRN.


